O texto fala basicamente das relações humanas por meio da tecnologia, e do como esse fato vem aumentando como passar dos anos. O texto lida segunda as visões dos autores Pierre Levy, Jean Baudrillard e Gilles Deleuze.
Levy lida com o tema com uma lógica de imaginação, criatividade e fugindo das condições racionais. Na tentativa de naturalizar a tecnologia criou termos como tecnologia intelectual, inteligência artificial e ecologia cognitiva.
Já Baudrillard é mais pessimista e preocupante. Ele vê a relação homem x máquina como uma submissão humana. Ele vê uma verdadeira bagunça de valores, onde não existe mais diferença entre o público e privado, toda informação pode ser considerada verdade, e onde não pensamos sobre o virtual, mas somos pensados. Para ele no virtual não há mais passado nem futuro, já que o tempo não é mais linear, e tudo se define como uma “névoa de imagens vituais”.
Deleuze apresenta a vitualialidade a partir de um aspecto filosófico. Para ele o Real e o virtual são manifestações da existência e do pensamento.
Analisando todos essas analises filosofias do virtual, do real, do atual, vemos que toda a tecnologia como qualquer invento para da humanidade pode ser usado de forma para gerar o bem ou para promover o mal. O avião, por exemplo, encurtou as distancias, mas ao mesmo tempo trouxe a possibilidade de desejar bombas sobre as cidades durante a guerra. O mesmo acontece com as novas tecnologias. Num vídeo postado essa semana no blog do apresentador do CQC, Marcelo Tas, retrata bem essa situação (blogdotas.com.br).
No vídeo ele explica a uma menina de 9 anos os problemas de internet.
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